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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Não seja um propagador de mentiras. Antes de compartilhar pesquise, leia, verifique. É fácil, é justo, é digno. Mentiras são como penas.

Paz e bem!

Inspirado num episódio da vida de São Camilo de Lellis que à uma boateira maliciosa que se confessou:
O santo mandou-a subir junto com ele na torre da igreja com um travesseiro de penas, do alto da torre mandou-a rasgar o travesseiro deixar as penas voarem; assim que as penas voaram informou a penitência: nada de orações  ou mortifrações, mas recolher todas as penasóbvio que isto era irrealizável.
Depois desta piada de Camilo, veio a rápida mas profunda lição:
  • Boatos e mentiras são como penas ao vento, uma vez soltos você não apanha mais.

Origina na Wikimidia Comons em:
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:N%C3%A3o_seja_um_propagador_de_mentiras._Antes_de_compartilhar_pesquise,_leia,_verifique._Isto_%C3%A9_f%C3%A1cil,_isto_%C3%A9_justo,_isto_%C3%A9_digno_-_pt.svg

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Os que lutam

Há aqueles que lutam um dia;
          e por isso são bons;
Há aqueles que lutam muitos dias;
          e por isso são muito bons;
Há aqueles que lutam anos;
          e são melhores ainda;
Porém há aqueles que lutam toda a vida;
          esses são os imprescindíveis.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Literatura da Rússia para o Brasil


Retrato de mulher desconhecida / Ivan Kramskoi. 1883.
[. . . Ana Kariênina] durante o sono, quando não tinha controle sobre seus pensamentos, sua situação de apresentava a ela em toda a sua hedionda nudez. O mesmo sonho a visitava quase todas as noites. Sonhava que os dois eram seus maridos, ao mesmo tempo, que ambos não poupavam suas carícias com ela. Aleksiei Aleksándrovich chorava, enquanto beijava suas mãos, e dizia: "Como estamos bem, agora!" E Alieksiei Vrónski também estava ali e também era seu marido. E Ana admirada de que antes tal coisa lhe parecesse impossível, explicava a ele, rindo, que assim era muito mais simples e que agora os dois estavam satisfeitos e felizes. [. . .]  (Ana Kariênina / Liev Tolstói / tradução de Rubens Figueiredo. São Paulo : Cosac Naify, 2009. Parte 2, XI, p. 158)
Acho que foi daqui que Jorge Amado se inspirou para Dona Flor ..